Engraçado no inglês o verbo ser e estar serem o mesmo.
E nisso logo penso: será que sou ou estou? O que na pratica seria a mesma coisa. (?)
Porque não posso me considerar uma pessoa feliz, mas tem momentos que estou feliz.
Assim como triste, carente, irritada, cansada, engraçada,e etc e tal.
Como nesse momento, estou feliz, mas pela manhã estava triste.
E ai me lembro que meu humor muda como o clima, ou com a passagem das horas, ou sei lá.
Sei que muda como tudo na vida.
Então vejo o meu perfil no orkut com aquele "quem sou eu" e fico a pensar que não sou nada.
Não sou triste, não sou feliz, não sou isto nem aquilo.
Mas em algum momento posso estar! Feliz, triste...
Hoje: FELIZ! ;D!
sábado, 16 de maio de 2009
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Universidade?
Sabe [ñ, de fato não sabe] , este ano eu disse que eu iria me empenhar para poder passar numa faculdade descente, a USP no caso, e sim eu o tenho feito com muito afinco; no entanto penso hoje que isso não deveria ser sacrificante, a universidade por mais que seja um processo eliminatório não deveria atormentar tanto nossas almas.
Passar na USP, e não só na USP como UNESP, UNICAMP, UFSCAR, PUC entre muitas outras, deveria ser algo natural, quase inerente a todo estudante que está a concluir o Ensino Médio.
Nem me atrevo em entrar na discussão de cotas raciais, não é esse o motivo de eu escrever.
Comparando, de forma injusta ou não, a Espanha é um país de 40 milhões de habitantes, dos quais 4 milhões tem pós-graduação, 10% dos espanhóis são mais do que graduados, enquanto no Brasil, afora as elites que semre detiveram monopólio sobre o conhecimento, são poucos os que conseguem chegar ao sacrificado certificado de graduação. Dos 100mil que tentam entrar na USP, 10% conseguem, e devido ao péssimo ensino básico, fundamental e médio a qual nós, população, proletariado que somos, mutios não conseguem terminar o curso, devido a alta carga exigida para tal.
Cansado de ser brasileiro :D
xau
ouvindo Alma - Zélia Duncan
Passar na USP, e não só na USP como UNESP, UNICAMP, UFSCAR, PUC entre muitas outras, deveria ser algo natural, quase inerente a todo estudante que está a concluir o Ensino Médio.
Nem me atrevo em entrar na discussão de cotas raciais, não é esse o motivo de eu escrever.
Comparando, de forma injusta ou não, a Espanha é um país de 40 milhões de habitantes, dos quais 4 milhões tem pós-graduação, 10% dos espanhóis são mais do que graduados, enquanto no Brasil, afora as elites que semre detiveram monopólio sobre o conhecimento, são poucos os que conseguem chegar ao sacrificado certificado de graduação. Dos 100mil que tentam entrar na USP, 10% conseguem, e devido ao péssimo ensino básico, fundamental e médio a qual nós, população, proletariado que somos, mutios não conseguem terminar o curso, devido a alta carga exigida para tal.
Cansado de ser brasileiro :D
xau
ouvindo Alma - Zélia Duncan
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